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O nosso Rei
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A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém é a sua última porta de entrada aqui na terra. O episódio faz o papel de abertura para o que se segue, realiza a mudança do cenário na vida de Jesus e proporciona um fundo de contraste e tensão, assim como as verdades bíblicas. O que aparentava ser uma simples caravana de nordestinos de Israel peregrinando em direção ao sul, rumo à cidade de Jerusalém, para a celebração da Páscoa se transforma em porta de entrada reveladora, acompanhada de incitamento popular. A cena foi antecipada por três citações proféticas: chegada do Salvador (Is 62.11), entrada humilde do Messias (Zc 9.9), saudação de súplica e aclamação (Sl 118.25,26). Jesus aceita tranquilamente ser recebido como rei messiânico, mas exaltando o caráter de paz, sem seguranças, soldados ou cortesãos. Jesus não monta um espetáculo. Até o jumentinho foi colocado à disposição por providência divina. Jesus age como protagonista consciente e cheio de graça e de verdade. Hoje celebramos no calendário cristão o domingo de ramos. A melhor atitude nesta comemoração é a confissão sincera da nossa dependência de Jesus e o reconhecimento que ele é o nosso rei. Jony de Almeida |
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