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Ultimamente numerosas empresas e outras organizações humanas desenvolveram declarações de missão, de visão e de convicção que tentam explicar por quê a empresa existe e o que é que espera realizar. Essas missões, quando bem escritas, são geralmente fáceis de entender e bastante singelas... tudo o que a empresa faz aponta para aquela direção. Desenvolver uma declaração pessoal de missão faz muito sentido, sobretudo para os que estão no “segundo tempo”. No primeiro tempo, você provavelmente não tinha tempo para desenvolver essa declaração de missão, ou então, você adotou a missão que na verdade pertencia à empresa em que você trabalhava. Ela não pertencia a você, ou pelo menos, não no sentido que agora, no segundo tempo, se torna possível. Você não conseguirá ir muito longe no seu segundo tempo sem saber qual é a missão da sua vida. Você é capaz de expressá-la em uma ou duas frases? Uma boa maneira de começar a formular uma missão é fazendo algumas perguntas e respondendo-as com total honestidade: - qual é a sua paixão? - o que você realizou? - o que você fez extraordinariamente bem? - a quem você pertence? - quais são os seus “eu deveria” que perseguiram você durante o primeiro tempo? Essas e outras perguntas semelhantes indicarão a você o “eu” que o seu coração deseja ardentemente; elas o ajudarão a descobrir a tarefa para a qual você foi criado e desfrutar com muita alegria do seu “segundo tempo”. Carlos Pacheco Extraído e adaptado do livro A Arte de virar o jogo no segundo tempo da vida - Bob Buford - Editora Mundo Cristão.
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